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O Cena 3x4 é uma rede de formação, criação e compartilhamento que aconteceu entre 2003 e 2006, através de uma parceria entre a Maldita Cia. de Investigação Teatral e o Galpão Cine Horto.

 

A cada edição, quatro grupos teatrais integraram de uma série de diálogos e encontros entre criadores e pensadores, enquanto compartilharam seus processos de criação para uma dramaturgia própria, a partir dos princípios do processo de criação colaborativa.

Em suas 4 edições Cena 3x4 contribuiu para o fortalecimento das linguagens do teatro de grupo na cidade, fomentando coletivos como a Cia. Luna Lunera, Labapi, Teatro Invertido, Grupo Trama, Teatro Andante, Armatrux, a própria Maldita Cia, entre outros. 

Em 2023 a Maldita Cia realizou a ofiCena 3x4, um formato reduzido do Cena 3x4, que faz parte do movimento de retomada e reivenção do projeto.

CENA 3X4

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OfiCena 3X4

oficina de criação compartilhada entre coletivos das artes da cena

Em 2023 a Maldita Cia realizou a ofiCena 3x4, um formato reduzido do Cena 3x4, que faz parte do movimento de retomada e reivenção do projeto.

De março a junho de 2023 os grupos Mambembe (Ouro Preto), Cia Sobrilá (Sabará) e Hipótese(Belo Horizonte) desenvolveram projetos dramatúrgicos autorais em compartilhamento, a partir de princípios de criação colaborativa, orientados por Marina Vianna (dramaturgia, Lenine Martins (atuação) e Amaury Borges (direção).

 

 

Ao final do processo, os grupos  apresentaram ao público um recorte de suas criações dramatúrgicas e pesquisas de linguagem desenvolvidas durante a OfiCena 3x4, seguidas de uma conversa sobre criação em Coletivos. 

 

Entre os temas pesquisados, estão a relação dos grupos com suas cidades e territórios, os impactos da mineração no cotidiano, e reflexões sobre a interferência das tecnologias nas relações humanas.

 

Veja abaixo mais sobre  ofiCena 3x4 2023.

 

2023

Convocatória 3x4

mostra de processos ofiCena 3x4 2023

EQUIPE OFICENA 3X4 2023

 

Orientadores/provocadores do processo: Marina Vianna (dramaturgia), Amaury Borges (direção), Lenine Martins (atuação). Projeto e gestão: Elba Rocha Produção: Ricelli Piva Participação na roda de conversa de abertura do projeto: Jonathan Horta Redes sociais: Bramma Bremmer Designe: Elba Rocha Assessoria de imprensa: Mateus Meireles Vídeo e legendagem: Igor Cerqueira Apoio: Funarte MG  Projeto realizado com recursos do FUNDO ESTADUAL DE CULTURA protocolo n. 2021.2010.0584/FEC

 

GRUPOS PARTICIPANTES

E SEUS PROJETOS DE CRIAÇÃO

Cia Hipótese (Belo Horizonte/Nova Lima)

A Cia. Hipótese investigou "Modos de Abrir a Tampa", em que uma epifania atinge uma mulher e interrompe o andamento da sua rotina automática, e um homem em fuga encontra abrigo na realidade virtual. Eles compartilham esse universo cotidiano, refletidos a partir de arquétipos sobre as relações humanas com as máquinas, o tempo, as dissidências sociais e tudo mais que cabe em uma garrafa. O grupo é composto por Babi Casseb, Clarissa Tomasi e Leon Ramos, reunidos após a formação em Teatro pelo Cefart. Juntos, se dedicam a pensar o design como dispositivo para criação, em como as tecnologias interferem nas relações humanas e o jogo cênico a partir da literatura. Participam também da cena Clara Bastos e Mariana Fontoura, na produção, e Paulo Maffei, como diretor.

Mambembe Teatro de Rua (Ouro Preto)

O Grupo Mambembe Teatro de Rua desenvolveu a cena "O Povo de Carochinha e seus Contos", trazendo um povo que não se fixa em terra nenhuma e conhece de tudo um pouco. Em conflito com as filas, Tiões e Hélios, carregam a cidade por onde vão. Ao fazer de seus pés caminhada, chegam fazendo de tudo poesia. O coletivo é um projeto de extensão da Universidade Federal de Ouro Preto, que completa 20 anos de história em 2023. Dedica-se a pesquisar o Teatro de Rua, explorando, principalmente, suas musicalidades e teatralidades.  É formado pelos atores Brian Barzague, Filipe Conde, Gabriel Baez, Iasmin Ramalho, Kaio Serafim, Marina João Cangussu, Pablo Garuffi, Renata Paraguassu e Thayna Gonçalves.

Cia Sobrilá (Sabará)

a Sobrilá Cia. de Teatro propôs “Rota de Fuga”, que surge a partir de uma provocação sobre as placas de deslocamento em caso de emergência que existem em Sabará. Elas interferem na relação dos habitantes com a cidade e dão abertura para uma infinidade de imaginações que podem ser geradas a partir da expectativa do que está por vir. O grupo é formado pelos artistas sabarenses Denise Leal, Diego Roberto e Eder Reis. Com oito anos de existência, seu objetivo é movimentar a cena cultural da cidade, promovendo a memória e o pertencimento da população. O coletivo já organizou festivais e mostras de teatro locais e abriu um centro cultural.

 

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